Hoje é domingo

A quantidade de horas as quais escuto músicas infantis é de assustar. As frases mais banais costumam ser um “trigger” para alguma das canções, a exemplo do título desse post.

Mudei, mudei todas as cores do layout porque é bom mudar. O ano do Galo começou, e dizem as boas línguas da internet que este é um ano de rupturas, de superação e de coragem. Então, comecemos as mudanças. Ou melhor, continuemos, porque o vendaval na nossa vida não para e sempre empurra nosso barquinho de papel para navegar os horizontes.

Estou bem aquém do meu normal em leituras há uns dois anos, e preciso urgentemente mudar isto. Por mais que eu tente, ler parece ficar nos últimos lugares da minha lista de prioridades. Aos poucos, as coisas vão se ajeitar, torço para isso. Não descobri qual a fórmula das mães que tem tempo para si mesmas, suspeito que não exista e todo mundo faz apenas o que dá, quando dá.

… acabou-se o mundo. Opa, não é isso. Essa canção danada gruda mesmo!

fevereiro 5, 2017
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Cover de Primeira – How Far I’ll Go, trilha sonora de Moana

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Comecemos com música! É segunda, mas o cover é de primeira!

O primeiro post de 2017 não poderia ser outro. Esta é a TAG semanal que pensei primeiro para o blog quando meus planos estavam a todo gás. E vão voltar aos eixos neste ano, estou bem otimista e tomara que conte com leitores do outro lado para trocarmos experiências legais.

Gosto muito de procurar covers novas no YouTube, e apesar de estar um pouco por fora dos lançamentos musicais por falta de tempo, cheguei até a cover desta segunda-feira por ser a trilha sonora da animação recém-lançada da Disney, Moana.

A cantora que dá vida a cover é a Diamond White (com produção musical do KHS). E, em uma passada rápida pela wiki da moça, descobri que ela é atriz e cantora, nasceu em Detroit e participou da segunda temporada do X-Factor. No canal dela há outras covers bem produzidas para grudarem na sua cabeça e te acompanharem durante a semana.

Deixa nos comentários com qual música você começou a semana. Qual será a música obrigatória na sua playlist para fechar o primeiro mês de 2017?

janeiro 31, 2017
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Ufa, o blog voltou!

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Não sei se notaram, ou se há alguém que visite assiduamente o Verbo Volátil, mas nos últimos dias o site esteve fora do ar. Após alguns ajustes e graças ao atendimento super dedicado do Prelude Hosting, tudo voltou aos conformes. Aliás, uso os serviços deles há muito tempo e recomendo!

Infelizmente, alguns comentários não ficaram registrados no backup que fiz, e peço desculpas. Juro que guardei no coração tudinho <3

A cabeça está fervilhando para trazer novidades em 2017. O final do ano já está batendo à porta…

dezembro 9, 2016
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Botas cano longo e PMNOs – resenha de Lembranças, de Meg Cabot

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Lá atrás, em 2004 para ser mais precisa, eu li meu primeiro livro da série A Mediadora, quando o livro ainda sobre o pseudônimo de Jenny Caroll. Devorei O Arcano Nove como fazia com todos os outros livros da Meg Cabot, li sem muitas pausas e esperei ansiosamente por todos os outros volumes que se seguiram.

A protagonista, Suzannah, com certeza é a minha favorita da Meg Cabot. Ela é independente, um pouco pavio curto, não tem meias palavras e aprecia um bom par de botas pretas (sempre as imagino com cano longo, estilo coturno). É fácil gostar dela, assim como os outros personagens da trama, mesmo que seja gostar de “não gostar” – como acontece com o Paul. Esse “queridinho” reaparece em Lembranças, só para fazer os leitores recordarem o (des)afeto.

Ano passado eu acabei por largar a leitura de um outro da Meg, creio que por não me conectar mais com a personagem, mas isso não aconteceu com Lembranças. A Suzannah e os outros personagens encaixaram direitinho com o que eu esperava, envelheceram e a trama acompanhou isso. Ficou o mais crível que um livro sobre uma mediadora pode ser, e os PMNOs (Pessoas Mortas Não-Obedientes) continuam dando bastante trabalho para a protagonista. E como sempre, a história me fez rir, torcer, emocionou e no final acabei sorrindo, pois me lembrei daquela adolescente lá em 2004, e em como eu também cresci desde então.

Lembranças é um romance tanto para quem já era fã da série como para quem quer conhecer. Tem ganchos para os livros anteriores, mas nada que impeça uma boa experiência ao ler apenas este. Contudo, recomendo a leitura da série completa, é bem divertida e dinâmica.

Algumas histórias são tão boas recontadas quanto a primeira vez que a conhecemos. Estou com muita vontade de pegar na estante os primeiros volumes da série e reler todos. Deve ser gratificante para a Meg também que várias pessoas tenham esta como a série favorita dela, me incluo como uma destas pessoas.

E vocês, tem essa relação com algum autor e livro? Aliás, o que estão lendo ultimamente?

novembro 5, 2016
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Ajustes e reajustes

Se um mínimo de controle de nossa agenda, da nossa casa e dos planos e metas em nossa vida são cruciais para não surtarmos com o ritmo acelerado do cotidiano que nos cerca, igualmente importante é saber dosar nossa ânsia por organização.

Leio e releio sobre métodos, planners e qualquer coisa que ajude a fazer com que algumas tarefas diárias corram com mais tranquilidade. E ajudam, na medida do possível. Talvez o maior desafio da vida pessoal seja lidar com o imprevisível, reajustar nossas metas, anseios, compromissos e se dar um tempo para respirar.

Ao mesmo tempo que evito algumas cobranças, sei que o foco é necessário para manter a mente ativa. Tudo é questão de dosar a organização e a bagunça, de tentar funcionar como mãe e mulher nesse mundão que não segura nossa mão nem nos espera atravessar a rua.

Os planos são muitos, ajustados e reajustados, quando dá.

outubro 14, 2016
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