Ufa, o blog voltou!

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Não sei se notaram, ou se há alguém que visite assiduamente o Verbo Volátil, mas nos últimos dias o site esteve fora do ar. Após alguns ajustes e graças ao atendimento super dedicado do Prelude Hosting, tudo voltou aos conformes. Aliás, uso os serviços deles há muito tempo e recomendo!

Infelizmente, alguns comentários não ficaram registrados no backup que fiz, e peço desculpas. Juro que guardei no coração tudinho <3

A cabeça está fervilhando para trazer novidades em 2017. O final do ano já está batendo à porta…

Dezembro 9, 2016
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Botas cano longo e PMNOs – resenha de Lembranças, de Meg Cabot

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Lá atrás, em 2004 para ser mais precisa, eu li meu primeiro livro da série A Mediadora, quando o livro ainda sobre o pseudônimo de Jenny Caroll. Devorei O Arcano Nove como fazia com todos os outros livros da Meg Cabot, li sem muitas pausas e esperei ansiosamente por todos os outros volumes que se seguiram.

A protagonista, Suzannah, com certeza é a minha favorita da Meg Cabot. Ela é independente, um pouco pavio curto, não tem meias palavras e aprecia um bom par de botas pretas (sempre as imagino com cano longo, estilo coturno). É fácil gostar dela, assim como os outros personagens da trama, mesmo que seja gostar de “não gostar” – como acontece com o Paul. Esse “queridinho” reaparece em Lembranças, só para fazer os leitores recordarem o (des)afeto.

Ano passado eu acabei por largar a leitura de um outro da Meg, creio que por não me conectar mais com a personagem, mas isso não aconteceu com Lembranças. A Suzannah e os outros personagens encaixaram direitinho com o que eu esperava, envelheceram e a trama acompanhou isso. Ficou o mais crível que um livro sobre uma mediadora pode ser, e os PMNOs (Pessoas Mortas Não-Obedientes) continuam dando bastante trabalho para a protagonista. E como sempre, a história me fez rir, torcer, emocionou e no final acabei sorrindo, pois me lembrei daquela adolescente lá em 2004, e em como eu também cresci desde então.

Lembranças é um romance tanto para quem já era fã da série como para quem quer conhecer. Tem ganchos para os livros anteriores, mas nada que impeça uma boa experiência ao ler apenas este. Contudo, recomendo a leitura da série completa, é bem divertida e dinâmica.

Algumas histórias são tão boas recontadas quanto a primeira vez que a conhecemos. Estou com muita vontade de pegar na estante os primeiros volumes da série e reler todos. Deve ser gratificante para a Meg também que várias pessoas tenham esta como a série favorita dela, me incluo como uma destas pessoas.

E vocês, tem essa relação com algum autor e livro? Aliás, o que estão lendo ultimamente?

Novembro 5, 2016
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Ajustes e reajustes

Se um mínimo de controle de nossa agenda, da nossa casa e dos planos e metas em nossa vida são cruciais para não surtarmos com o ritmo acelerado do cotidiano que nos cerca, igualmente importante é saber dosar nossa ânsia por organização.

Leio e releio sobre métodos, planners e qualquer coisa que ajude a fazer com que algumas tarefas diárias corram com mais tranquilidade. E ajudam, na medida do possível. Talvez o maior desafio da vida pessoal seja lidar com o imprevisível, reajustar nossas metas, anseios, compromissos e se dar um tempo para respirar.

Ao mesmo tempo que evito algumas cobranças, sei que o foco é necessário para manter a mente ativa. Tudo é questão de dosar a organização e a bagunça, de tentar funcionar como mãe e mulher nesse mundão que não segura nossa mão nem nos espera atravessar a rua.

Os planos são muitos, ajustados e reajustados, quando dá.

Outubro 14, 2016
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A maternidade em episódios: picos de crescimento e #mamatona

A privação de sono e o cansaço ganharam um novo significado após o nascimento da Anna. Nem de longe se compara às noites viradas ao final de período da faculdade, a dormir tarde assistindo filmes ou fora de casa com amigos, ou ao sono já tumultuado ao final da gestação. Brincamos aqui em casa que descobrimos sempre mais um nível de cansaço e o quanto podemos suportar.

Passamos por fases de adaptação à nova rotina com um bebê, e ela também vai se ajustando aos pouquinhos. Os bebês tem várias fases que são chamadas picos de crescimento ou saltos de desenvolvimento. Eu não sabia disso, só descobri ao perceber mudanças no comportamento dela próximo aos 3 meses. Ela passava mais tempo no peito, não queria sair do colo e dormia muito mal. Na época, pesquisei um pouco e me deparei com este post do Macetes de Mãe explicando o assunto.

Os três meses ficaram para trás, e novamente nos deparamos com um pico de crescimento. Por 2 dias a Anna esteve irritadiça, só queria colo, dormiu mal. A duração das mamadas e o intervalo entre elas também aumentaram… Estamos no bagaço. Felizmente, como indulgência presenciamos várias coisas novas: ela descobriu os pés, vira de bruços e está a caminho de sentar.

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Setembro 17, 2016
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A maternagem em episódios: introdução alimentar

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A maternagem é o que respiro, faço, experencio todos os dias; então, fica difícil pensar em outro assunto. No instagram, meu feed sugere perfis maternos, tenho várias hashtags na busca relacionadas ao tema. Não há como dissociar do meu cotidiano (e nem quero) o que penso e escrevo sobre.

Por que estou falando isso tudo? Surgirão mais postagens relacionadas à maternagem e seus episódios, o que achar oportuno dividir.

Na sexta-feira fomos à consulta pediátrica de controle, pois a Anna completou 4 meses no dia 26. Tive mais um motivo para ficar feliz, além de estar tudo bem com o desenvolvimento da Anna. O pediatra liberou a introdução de sucos na alimentação dela. Começaremos com suco de laranja, e há outros nas sugestões do pediatra.

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Setembro 4, 2016
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Mesaniversário de 4 meses: como o tempo voa

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O tempo me engana. É difícil acreditar que hoje fazem 4 meses desde o nascimento da minha passarinha, assim como é difícil relembrar de como era a vida antes dela.

Um pensamento recorrente na minha infância era como eu me chamaria Cíntia com 20, 30 ou 40 anos. Cíntia não soava como nome de “velha”, não parecia combinar. Soava como nome de mãe de alguém? Minha imaginação pueril não chegou a tanto.

Ser mãe era um desejo que parecia encaixar num futuro distante, e numa vida tão surreal quanto alguém me chamar pelo nome com 60 anos de idade. E adivinhem: aconteceu fora dos planos, mas está sendo uma experiência fantástica e diferente de tudo o que vivi até hoje.

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Agosto 26, 2016
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Saudosismo com Stranger Things

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O pôster de Stranger Things me lembra a capa de um livro infanto-juvenil que algum dia tirei da prateleira despretensiosamente, e se tornou o meu livro favorito, do qual tirei várias referências para expressões que uso, ou ao qual faço alusões em situações tragicômicas. Meu livro favorito por mero acaso.

E foi assim, despretensiosamente, que eu cliquei para assistir Stranger Things no Netflix. A mesma sensação descrita ali em cima ainda toma conta de mim, que eu topara com combustível para minhas piadas sem graça e trocadilhos do dia-a-dia. Tal qual os personagens e o roteiro pedem auxílio a referências pop dos anos 80, incluindo um pôster do Tom Cruise na parede do quarto de Nancy.

O seriado combina várias referências legais a filmes e livros que marcaram os anos 70/80, e a infância dos anos 90 também – com suspense e ficção científica. Os cenários conseguem ser sombrios, causar tensão, mesmo que às vezes as cenas – e os sustos – sejam previsíveis.

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Julho 26, 2016
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Aos poucos, aos poucos…

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Minha presença é intermitente por motivos além do perfeccionismo (nada parece bom o bastante para publicar). Há exatos 45 dias, a minha filha resolveu que era hora de conhecer o mundo aqui fora. E fazem 45 dias que eu me apaixonei por suas bochechas grandes e olhos (ainda) cinzas.

O plano para as próximas semanas é aparecer um pouco mais por aqui. Para os que ainda lêem ou acompanham, um salve.

Junho 10, 2016
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Cover de Primeira – Postmodern Jukebox

O cover de primeira dessa segunda é do Postmodern Jukebox, que conheci quando estava num dos meus bares favoritos. A playlist daquele dia dia era de covers de músicas famosas em versão de jazz, swing e outros. Reconheci a voz da Haley Reinhart (ex-American Idol – sim, eu assistia) em uma das músicas e, ao chegar em casa, fui ao Youtube ouvir novamente, e assim descobri o Postmodern Jukebox.

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Abril 5, 2016
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A jornada para viver com menos

Eu tenho um problema, eu confesso. Tenho a maior dificuldade de me desfazer de “coisas”. Encaixe nessa categoria livros, roupas, materiais de papelaria, DVDs, CDs, objetos de valor sentimental… É difícil desapegar.

Desde o ano passado, comecei uma guerra com esse traço da minha personalidade, pois percebi que as “coisas velhas” me tomavam espaço para crescer, para mudar e principalmente para conhecer “coisas novas”. Ingressei na jornada para viver com menos, desocupar e renovar minha vida, meus pertences, minhas energias.

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Março 28, 2016
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